Algumas etapas e normas são essenciais para um desenvolvimento de Sucesso.
Construir um aeroporto é um empreendimento complexo que exige uma análise minusiosa e com profisionais experientes no setor e normas aeronáutica, planejamento estratégico e profunda conformidade com as normas vigentes regulamentadoras. Na DTEC Auxilios Visuais Luminosos, guiamos seu projeto em todas as etapas, desde a concepção até a homologação final, assegurando a segurança operacional do aeroporto com as normas vigentes. Todo o processo é fundamentado no Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA – Lei nº 7.565/1986) e nas normas vigentes específicas da ANAC e do DECEA.
Seleção do Sítio: Análise de áreas potenciais para a implantação do novo aeroporto, considerando fatores geográficos, meteorológicos, ambientais e de infraestrutura.
Estudos de Viabilidade: Avaliação técnica, operacional, econômica e ambiental para determinar a exequibilidade do projeto.
Estudo Aeronáutico Preliminar: Avaliação inicial de possíveis interferências de objetos projetados no Espaço Aéreo (OPEA) e outros fatores aeronáuticos.
Elaboração do projeto: Desenvolvimento do projeto de engenharia, incluindo geometria de pistas de pouso e decolagem, taxiways, pátios de aeronaves, e infraestruturas de apoio, conforme o RBAC 154 (EMD 08) – Projeto de Aeródromos.
Planos de Zona de Proteção: Criação do PBZPA (Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromo) e, se aplicável, do PZPANA (Plano de Zona de Proteção de Auxílios à Navegação Aérea), que definem as restrições de altura e uso do solo no entorno.
Sinalização horizontal, vertical e balizamento noturno, essenciais para a segurança das operações no aeródromo.
Plano Diretor Aeroportuário (PDIR): Elaboração do planejamento de expansão da infraestrutura, conforme ICA 11-3 (04/01/2021).
Autorização de construção: Submissão do projeto aos órgãos competentes (DECEA e ANAC) para autorização de construção, conforme ICA 11-3 (04/01/2021) e ICA 11-4 (04/01/2021).
Estudo aeronáutico profundado: Em casos de identificação de OPEA ou outros fatores de risco, um estudo aeronáutico detalhado é conduzido para propor medidas mitigadoras e obter a aprovação.
Implantação física do aeroporto, seguindo rigorosamente os projetos aprovados e as normas técnicas aplicáveis (incluindo ABNT e NBRs relevantes para construção civil e infraestrutura).
Após a construção, o aeroporto passa por um processo de cadastro junto à ANAC e, para aeródromos públicos, pela Certificação Operacional, que atesta sua capacidade de operar de forma segura e regular.
Construção de Helipontos: Da concepção à operação segura
A implantação de um heliponto exige um planejamento preciso e a conformidade com regulamentações específicas, seja ele em superfície ou elevado (em edifícios, hospitais). Na DTEC Auxilios Visuais Luminosos, oferecemos a expertise necessária para cada fase do seu projeto de heliponto, com base no Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA – Lei nº 7.565/1986).
Análise da área para o heliponto, considerando espaço, obstáculos e acesso, com um foco especial nas operações de helicópteros.
Estudo aeronáutico preliminar: Verificação de possíveis interferências de OPEA no espaço aéreo do heliponto.
Desenvolvimento do Projeto:
Projeto de Geometria: Detalhamento da FATO (Área de Aproximação Final e Decolagem), áreas de segurança e limites, de acordo com o RBAC 154 (EMD 08) – Projeto de Aeródromos.
Planos de Zona de Proteção: Elaboração do PBZPH (Plano Básico de Zona de Proteção de Heliponto), que define as restrições de altura para o entorno e assegura a segurança das operações de helicópteros.
Projetos de sinalização horizontal, vertical e balizamento noturno específicos para helipontos, conforme RBAC 154 (EMD 08) e ICA 11-408 (04/01/2021).
Autorização de Construção: Submissão do projeto ao DECEA e ANAC para autorização de construção, seguindo as ICAs 11-3 (04/01/2021) e ICA 11-4 (04/01/2021).
Estudo aeronáutico: Se necessário, realização de estudo aeronáutico para mitigar impactos de OPEA ou outras interferências.
Construção do heliponto, em conformidade com o projeto aprovado e as normas técnicas (incluindo ABNT e NBRs aplicáveis à construção).
Após a conclusão da obra, o heliponto é submetido ao cadastro junto à ANAC, que o habilita para a operação.
Em todas as etapas, a DTEC Auxilios Visuais Luminosos aplica sua expertise em engenharia aeronáutica e consultoria regulatória, garantindo que seu projeto de aeroporto ou heliponto esteja em total conformidade com as normas vigentes e que a segurança de voo seja a prioridade. Conte com nossa equipe para transformar seus planos em realidade.
Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA): Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986.
ICA 11-3: Processos da Área de Aeródromos (AGA) no Âmbito do COMAER (04/01/2021).
ICA 11-4: Processos para análise de projetos de construção ou modificação de aeródromos militares (04/01/2021).
ICA 11-408: Restrições aos objetos projetados no espaço aéreo que possam afetar adversamente a segurança ou a regularidade das operações aéreas (04/01/2021).
ICA 63-19: Critérios de Análise Técnica da Área de Aeródromos (AGA) (04/01/2021).
RBAC 153: Aeródromos – Operação, Manutenção e Resposta à Emergência (EMD 05).
RBAC 154: Projeto de Aeródromos (EMD 08).